Luís Fernando Palma

    Luís Fernando Palma

    Paulínia (SP)
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    Luís Fernando Palma
    Luís Fernando Palma
    Comentário · há 2 anos
    Luiz Carlos, vou repetir o que eu disse, acho que as empresas que ferem a dignidade do seu empregado deve SIM pagar por isso. Mas o meu posicionamento é em relação as inúmeras ações infundadas, que acredito que o sr. não há de discordar comigo que elas existem, mas que, pelo desequilíbrio da justiça, muitas vezes (isso não é "todas as vezes") as empresas são penalizadas pela má fé de alguns empregados.

    Pode não ser a realidade da maioria das empresas, tenho certeza que não é, mas trabalho em uma empresa onde, para os donos, o respeito com o empregado está em primeiro lugar, uma empresa que se vendo diante da necessidade de parar uma produção para proteger a saúde e segurança do trabalhador, vai parar!

    Vou te contar uma história:
    Tivemos o caso de um trabalhador que foi admitido e em seu histórico profissional mais recente havia trabalhado por 12 anos na Ambev, era repositor, ou seja, ele quem carregava as caixas de engradado na empresa, por 12 anos. Após 4 meses admitido na nossa empresa ele se afastou de suas atividades e prontamente processou a empresa alegando doença ocupacional: problemas na coluna, sendo que nas atividades dele não existia esforço que pudesse causar lesão na coluna. Ele ganhou a ação porque o perito alegou em seu laudo (inconclusivo) que a lesão PODERIA ser ocupacional. Mais tarde, após processo encerrado, indenizações pagas, descobrimos que ele havia processado a Ambev também, pelo mesmo motivo.

    Respondendo a sua pergunta inicial, vivo no planeta em que a desigualdade de poderes está explícita, e que algumas pessoas utilizam dela para promover a desigualdade de direitos.

    Sugiro ao sr. conhecer um pouco das obrigações que o eSocial está trazendo para as empresas (caso ainda não tenha conhecimento do assunto). O cerco está se fechando, uma hora esses "espertalhões", se continuarem tentando passar a perna no trabalhador, vão se dar mal, mas não existe mágica, é muita coisa para se arrumar e não será do dia para a noite, vai levar um tempo ainda. Sou empregado assalariado e a qualquer momento pode ser eu a levar um "chute no traseiro", e se eu entender que me feriram alguns direitos, pode ter certeza que vou reivindicá-los, mas com coerência e boa fé.
    Um abraço.
    Luís Fernando Palma
    Luís Fernando Palma
    Comentário · há 2 anos
    Caro Agnaldo! Vamos por partes:
    1) Não deixei opção para responder: O meu comentário teve como base o comentário do sr. John Doe, ao qual concordei, portanto, acredito que esta opção de "responder ao meu questionamento" é uma limitação da página JusBrasil, e não minha.
    2) Não tenho nojo de trabalhador brasileiro, primeiro porque sou um trabalhador brasileiro, e todas as decisões tomadas pelo governo afetam diretamente a minha vida também.
    3) Sobre o restante do comentário do sr., li e reli o que eu escrevi e não vi, em nenhum momento, um ataque ao trabalhador ou uma proteção ao empresário, a minha opinião é mediante o que vejo. Assim como existem inúmeros empresários/empresas que prejudicam o trabalhador, existem muitos trabalhadores que tem por objetivo, único e exclusivo, prejudicar a empresa. Não sou Advogado (ainda), estou iniciando a minha caminhada acadêmica para um dia ser um, mas trabalho há 14 anos a frente do departamento de Recursos Humanos de uma Indústria, com uma atuação direta junto ao departamento jurídico, ao qual acompanho as ações trabalhistas movidas contra a empresa, e o que vejo muitas vezes que as ações são movidas muito mais pela emoção (eu era amigo de todo mundo e eles não podiam me demitir!) , do que pela razão (isso é meu direito!). Algo tinha que ser feito, e na minha opinião, a reforma trabalhista é bom para as duas partes, porque mediante os riscos de arcar com as custas processuais, o trabalhador entrará com uma ação se realmente existir fatos que lhe deem direito, caso contrário, a conta poderá ficar alta. Pelo lado das empresas, com processos trabalhistas mais detalhados e mais coerentes (diminuição do "Ctrl+C / Ctrl+V"), as empresas precisarão rever seus processos e procedimentos, pois as chances de procedência das causas são maiores. É uma questão de ponto de vista, o mesmo objeto pode ser observado por várias pessoas de vários ângulos. Abraço

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    Vinicius Arrivette, Advogado
    Vinicius Arrivette
    Comentário · há 2 anos
    Vale lembrar que o Sr. Presidente Vampirão da meia noite, emitiu uma MP que altera a base de calculo de danos morais nestes casos, que serão calculados a partir do salário teto do regime de previdência, algo em torno de R$ 5.500,00. O que me assusta são advogados, operadores do Direito, não pessoas leigas, ADVOGADOS, revoltados com a reforma trabalhista. Ora bolas, trata-se de um contrato, contrato de trabalho, onde deve vigorar a CF/88, os princípios norteadores do Direito, entre eles o Princípio do Equilíbrio Contratual. Claramente o contrato de trabalho está, ainda, totalmente desequilibrado, a balança pende em muito para o trabalhador, a reforma só veio equilibrar um mínimo a relação contratual, ainda falta muito para ficar totalmente equilibrada. Em um País sério, que respeita as pessoas, que se faz cumprir os contratos firmados, tais ADEVOGADOS, militantes populistas de esquerda, militantes que usam como argumento jurídico o "coitadismo" passariam fome. O futuro bate a nossa porta, imagine um País onde se passa de ano na escola sem saber ler e escrever, as fábricas, os métodos de produção cada vez mais tecnológicos, exigindo além do Português correto e fluente, que o operador fala no mínimo a língua inglesa e minimamente uma aptidão mais técnica do trabalhador, alie isso a uma legislação trabalhista protecionista, onde um trabalhador exerce seu cargo, onde deveria produzir, com seu pouco conhecimento e estudo 60% ou 50% dos 100% da capacidade de produção industrial, trabalha um ano, exato doze meses, dando prejuízo de 40%, 50% quando o prejuízo não é maior, visto que o trabalhador, pautado na lógica de que na justiça do trabalho ele nunca perde, quebra, de maneira criminosa, uma máquina de U$$ 1 milhão, que vai ficar 15 dias parada e que produziria U$$ 1,5 milhão ao dia e na JT vê sua justa causa ser revertida e ainda vai ganhar R$ 100 mil de indenização por danos morais, visto que foi assediado. Se eu fosse o empresário, levaria minha empresa para fora do Brasil o mais rápido possível, fod#$% o brasileiro e se fosse ainda mais possível, automatizaria tudo. O problema na raiz é a falta de educação do brasileiro, educação mesmo, cultura, ficamos muito tempo com o poder nas mãos de esquerdopatas, a principal reforma deve vir nas escolas primarias, devemos cultivar inteligência, sabedoria nas próximas gerações, por que, com o que vejo de advogados coitadinhos, militando contra uma mínima reforma trabalhista, que ainda assim prejudica e morde a mão de quem alimenta o trabalhador, muitas vezes semi analfabeto, toxicômano, alcoólatra, sociopata bandido, fico sem esperança de um futuro melhor dentro do meu amado Brasil.

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